A minha linha do tempo, por celulares

Que o tempo passa, nós sabemos e isso é muito latente quando falamos de tecnologia.

Alguma vez já fez seu histórico de gadgets? Foi o que tentei fazer com meus celulares.

Segue minha "linha do tempo através de celulares":


Atualizada em 20/05/2012



É notório que sempre tive uma quedinha pelos aparelhos da Nokia, mas hoje em dia admito que na minha concepção, ela deu uma grande freiada no tempo e agora parece estar querendo correr atrás do prejuízo. Para quem ainda não é adepto dos smartphones, a marca continua sendo uma excelente opção de compra. Em geral, todos os celulares que tive da Nokia, nunca deram problema. Inclusive o 6100 que ainda tenho, segue funcionando, a única reclamação é que ele está com durabilidade de bateria de smartphone. haha E tenho uma estória verídica, na qual fui testemunha ocular, onde um Nokia 8210 caiu num bueiro, foi secado por 24h e voltou a funcionar. Saldo: celulares robustos, funcionais e duráveis.

Mas como erros acontecem, a minha "linha do tempo através de celulares" mostra que algumas vezes você está fadada a errar. E isso aoncteceu em dois casos. O primeiro erro foi adquirir o Motorola C331, minha primeira pior compra. Na segunda semana de uso (o celular foi comprado novo e em uma revendedora da TIM) ele estava com ataque epilético, se tremia todo sem ao menos receber sms ou uma chamada. Foi uma baita dor de cabeça, pois queria o meu dinheiro de volta, já que o produto não tinha nem 15 dias de uso. Uma novela e tanto e com direito até a ação judicial, na qual eu felizmente recebi o dinheiro empregado e com juros, embora tenha levado uns três anos para isso (justiça brasileira e sua agilidade). Na época até a advogada da marca comentou que tal aparelho estava dando muita dor de cabeça para a marca. Saldo: nunca mais quis saber de Motorola.

A outra burrada foi adquirir um Samsung U700, que apresentava um desing fino, bonito e elegante. E não deu outra, na primeira queda não aguentou e nada mais de pegar sinal, fosse qualquer um chip que colocasse e de qualquer operadora, nada, nadica de nada. Hoje ele ainda está largado no meu armário e hoje em dia, só serve como tocador de mp3. Saldo: samsung virou sinônimo de celulares frágeis e chatos de mexer.

E as burradas pararam por aí, pois desolada com o U700 bonito e ordinário, passei para o SonyEricsson Z750. Esse sim, bonito e "prestável". Aparelho bom e com interface semelhante aos já tão acostumados da concorrente Nokia. 




Mas eu queria mais, muito mais desempenho, utilidade, novidade... Eis que depois de tanto pensar e economizar, o sonho se concretiza. Eis meu primeiro e tão sonhado HTC!  Sim, eu sempre almejei a marca não tanto conhecida no Brasil, mas bem cotada no estrangeiro. E espera lá, ele não era um celular, era um smartphone e diferente do concorrente da maçã, ele tinha atributos muito mais convincentes, como o sistema operacional Android e a promessa de uma gama de aplicativos gratuitos, além de uma câmera de 8MP, flash, adobe flash etc. Ainda hoje, apesar de ter quase três anos, continua sendo um gadget atual e satisfazendo as minhas expectativas.

Vanessa Paiva

Aficcionada por tecnologia e tudo mais que for prático e funcional.

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